quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O coisinha escrota.

Amor, palavra proibida. Sussurrada aos ouvidos dos apaixonados. Escondida por incertezas, presa na garganta com medo de possíveis conseqüências.
Por trás de tudo são só quatro letras. É só fonética, morfologia. Sem acento, substantivo qualquer. Nem verbo não é. Amor não sabe o que é amar. Se soubesse poupava, garanto, de fazer pobres mortais temerem seus resultados. Se em todos os casos bastasse olhares, sintonia, certezas, sem medo e sem motivos para tal, seria bem mais fácil. Ah, se bastasse amar para ser amor...
Que medo de escuro, que nada. As alturas que se cuidem, os montros que voltem para seus armários empoeirados, é do amor que o povo tem medo. É de dizer, é de sentir, é de ouvir. Mas diz, menos do que ouve. E sente, como sente!
O tempo todo, todo lugar, lugar nenhum... Quer saber? Deixa pra lá, nunca fui muito de dar atenção para medos. Que venha todo amor possível me assombrar. A qualquer hora, sem avisos, sem restrições.
Abro mão até das exigências dessa vez.

2 comentários:

Unknown disse...

Toda hora miiih :P
shuahsuasua, que venha o amor , pois ela estar mais que disposta !!!!


bjão

Milena Nogueira disse...

kkkkkkkk, ne? tenho certeza que meu principe ta perto de chegar... beijos e a nossa festinha vai rolar viu?