Sou a contradição do que sonhei, e vivo tudo na mais aguda urgência; freneticamente. Um infinito vivido em curtos 22 anos. Busco um sentido na vida que esteja além das palavras românticas ditas pelos apaixonados. Sou uma simples aspirante a blogueira tentando transcrever os meus sentimentos. Preciso deixar de amar algumas pessoas. Preciso controlar essa felicidade que insiste em sair toda noite.
sábado, 11 de junho de 2011
Era do fast-food
Estamos na era do fast-food e da digestão lenta, do homem grande de caráter pequeno, lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
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